segunda-feira, 8 de julho de 2013

ORAÇÃO DE MÃE

“Uma de minhas histórias favoritas era a de Mônica, mãe de Agostinho, que eventualmente se tornou um dos grandes pais da igreja. Mas quando ele era um adolescente você nunca poderia imaginar que isto aconteceria! O rebelde jovem Agostinho vivia com uma amante aos dezesseis anos, foi pai de um filho ilegítimo e, mais tarde, aderiu a uma seita. (As minhas lutas eram uma sombra comparadas com as desta mãe). Agostinho nem sequer ouvia o que sua mãe lhe dizia sobre sua fé cristã, por isso ela orava ainda mais fervorosamente. Quando ainda adolescente ele se divertia na companhia de amigos pecadores, o que mais tarde descreveu como ‘se esponjando na lama, sempre tentando se erguer, e sendo puxado para baixo com mais força’. A batalha entre a carne e o espírito de Agostinho era ferrenha e durou anos. Aliás, Mônica orou por mais de dezenove anos pelo seu filho desviado, até que foi respondida. Depois de sua conversão, Agostinho descreveu o impacto das orações de sua mãe dizendo: ‘E agora estendeste a tua mão desde os céus e tiraste a minha alma das trevas profundas porque minha mãe, a tua serva fiel, chorou a ti em meu favor mais do que as mães costumam chorar pela morte física de seus filhos’. Isto é que é oração poderosa e persistente.”
 
Extraído do livro QUANDO AS MÃES ORAM, de FULLER, Cheri, RJ, CPAD, 2001, quarta edição, páginas 109, 110

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

terça-feira, 2 de outubro de 2012

A ORAÇÃO É A PRINCIPAL

A oração impele-nos para a fronteira da vida espiritual. De todas as disciplinas espirituais, a oração é a principal, porque nos conduz a uma comunhão perene com o Pai. A meditação introduz-nos à vida interior; o jejum é um meio que a acompanha; e o estudo transforma a mente, mas é a disciplina da oração que nos leva ao agir mais profundo e elevado do espírito humano. A oração verdadeira cria vida e muda a vida. “A oração – secreta, fervorosa, confiante – está na raiz de toda santidade pessoal”,1 escreve Wiliam Carey.

FOSTER, Richard J. Celebração da disciplina, São Paulo, Vida, 2007, segunda edição, página 67

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

CHAMADO PARA SER UM INTERCESSOR


“Nem todos são chamados para ser missionários. Mas todo cristão é chamado para ser um intercessor. A partir da sala de sua casa, você pode conduzir a Viva Água de Cristo aos lugares desérticos de sua família, igreja, comunidade, nação, mundo. Siga adiante. Interceda em favor de seus filhos, seu pastor, seu prefeito, membros do Congresso, agentes comunitários da ADRA, vítimas da Aids, assaltantes e malfeitores das favelas de nossas grandes cidades, e em favor dos milhares que morrem na África, e dos seus vizinhos que estão morrendo, com os quais você se relaciona diariamente no seu quarteirão.”

 MAXWELL, Randy. Se meu povo orar, Tatuí, CASA PUBLICADORA BRASILEIRA, 2005, primeira edição, página 113

domingo, 9 de setembro de 2012

A ORAÇÃO É A RESPOSTA


Um pregador, observando um cortador de mármore a trabalhar, exclamou:

– Eu desejaria poder aplicar golpes assim acertados nos corações de pedra!

Respondeu o operário:

– Talvez o senhor o conseguisse se trabalhasse como eu, de joelhos.

 
Extraído de Oração – O mais santo exercício da alma, Departamento Ministerial da USB, autor e data desconhecidos, página 18

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Novo blog

Queridos amigos

Convido a fazerem uma visita ao blog Escola Bíblica Aliança (www.esbibal.blogspot.com.br).

Estudos bíblicos, poesias cristãs e muito mais.

Seja um seguidor e participe!

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

A súplica que Deus sempre ouve

http://www.cvvnet.org/realaudio/voz/7109.ram

domingo, 19 de setembro de 2010

CINCO MINUTOS QUE MUDARAM A MINHA VIDA

Tom Mostert


COMO AS PESSOAS PODEM ORAR POR HORAS? OU DEVERIAM FAZÊ-LO?


Estava no início do curso de Teologia e o orador da Semana de Oração foi o Pastor H. M. S. Richards. A cada aluno foram concedidos cinco minutos com o Pastor Richards para fazer-lhe uma pergunta. A minha foi: “Fale-me a respeito de sua vida devocional pessoal em um dia qual-quer”.

O que de fato eu desejava ouvir, embora não tivesse dito, era se ou não esse homem de Deus passava horas em oração. Se ele disse que sim, eu desejava saber como era a sua vida. Para mim, naquela ocasião, 10 minutos em oração pareciam como uma eternidade. Ainda, quando me ajoelhava à noite ao lado de minha cama estava tão cansado que normalmente adormecia sobre os joelhos. Desta forma, optei por uma oração breve e adormecia. Como as pessoas podiam passar horas orando? Ou, por que deveriam?

SUA RESPOSTA MUDOU A MINHA VIDA

O que o Pastor Richards me disse em cinco minutos transformou a minha vida. Ele con-tou que iniciava cada dia, não importava onde estivesse, conversando com Deus no momento em que despertava, antes mesmo de sair da cama. Embora houvesse ocasiões quando se
ajoelhava em atitude de respeito para com Deus, para o Pastor Richards era mais importante sentir-se confortável enquanto orava.

“Se eu me ajoelho no chão duro em um dia frio”, ele disse, “minha oração será breve. Mas se eu me sinto confortável, Deus e eu podemos permanecer juntos por muito mais tempo. O culto em família e o culto público devem incluir o ajoelhar-se em reverência a Deus”, o Pastor Richards me lembrou. “Mas a maior parte de minha oração e estudo são passados em uma cadeira confortável”.

Então, à noite, ele encerrava o dia acomodando-se confortavelmente na cama e
adormecia enquanto conversava com Deus.

“Algumas vezes a conversa é longa, outras, breve. Deixo que Deus decida por quanto tempo ficarei desperto”, ele disse. “Uma posição confortável em oração pessoal é o mais
importante para uma longa conversa”.



“A verdadeira reverência para com Deus é inspirada por um sentimento de Sua infinita grandeza, e de Sua presença. Com esse sentimento do Invisível, todo coração deve ser profun-damente impressionado. A hora e o lugar da oração são sagrados, porque Deus Se encontra ali, e, ao manifestar-se reverência em atitude e maneiras, o sentimento que inspira essa reve-rência se tornará mais profundo. ‘Santo e tremendo é o Seu nome’ (Sal. 111:9), declara o sal-mista. Ao proferirem esse nome, os anjos cobrem o rosto. Com que reverência, pois, devemos nós, caídos e pecadores, tomá-lo nos lábios!” (Obreiros Evangélicos, p. 178).

“O motivo por que tantos são abandonados a si mesmos em lugares de tentação é não terem o Senhor constantemente diante dos olhos. Quando permitimos que nossa comunhão com Deus seja quebrada, ficamos sem defesa. ... Cultivai o hábito de falar com o Salvador quando sós, quando estais caminhando e quando ocupados com os trabalhos diários. Que vos-so coração se eleve de contínuo, em silêncio, pedindo auxílio, luz, força, conhecimento. Que cada respiração seja uma oração” (A Ciência do Bom Viver, pp. 510, 511).

(Para obter mais informação a respeito deste tema, veja o livro Mensagens Escolhidas, vol. III, páginas 266-270, de Ellen G. White.)


RESUMINDO
Já por mais de 40 anos tenho seguido essa abordagem. Inicio e findo o dia confortavelmente na cama, conversando com meu melhor Amigo. Talvez seja esse o motivo porque nunca tive problemas para adormecer. Sim, é bom ajoelhar-se, às vezes, como demonstração de respeito por Ele. Porém, encontrei a cadeira mais confortável possível para prolongar o meu período de oração e de estudo.



Tom Mostert é presidente da União-Associação do Pacífico. Ele escreve de Westlake Village, Califórnia. Reimpresso mediante permissão.

Extraído de
MINISTÉRIOS DA CRIANÇA
Divisão Sul-Americana da IASD
Janeiro - Março 2006

quinta-feira, 22 de julho de 2010

A ORAÇÃO É COMO…

Autor desconhecido

Um cântaro, para levar água da vida.
Incenso, com o qual adoramos a Deus.
Um arco, para atirar a flecha das nossas necessidades.
O porteiro, para vigiar a porta dos nossos lábios.
A sentinela, para cuidar do forte do nosso coração.
A bainha da espada, para proteger nossas mãos.
Um obreiro capaz, que leva a cabo as coisas.
Um barômetro, para mostrar nossa condição espiritual.
A carroça, para levar nossas petições, servindo de rodas o Espírito de Deus.
O afinar de um instrumento musical, para colocá-lo em harmonia com a melodia celestial.
A chave da religião, para colocá-lo em marcha e fazer com que continue assim todos os dias.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

ORAÇÃO RESPONDIDA

“Uma noite, na Escola, no começo da minha vida cristã, procuramos um lugar isolado para orar sem sermos incomodados. Distanciamo-nos dos alojamentos em direção dos galpões de instrução das especialidades. Escolhemos uma ruela mais escura e decidimos:
- Vai ser ali, próximo daquele galpão – disse o Elias.
- Atrás dele está mais escuro. Acho melhor ali – emendou o Ernani.
- Vamos ficar embaixo daquela árvore, no gramado – completei eu.
Ajoelhamo-nos no escuro, atrás do galpão, embaixo da árvore, os três amigos frente a frente. Depois que todos oramos descansadamente, limpamos os joelhos e voltamos para os alojamentos. Na manhã seguinte passávamos perto dali nos dirigindo aos nossos galpões de instrução. Alguém comentou:
- Nós oramos ali atrás daquele galpão ontem à noite.
- É verdade. Foi embaixo daquela árvore.
- Espere, o que é aquilo?
Aproximamo-nos e vimos que no lugar onde nós estivéramos ajoelhados, havia um enorme formigueiro. As marcas dos nossos joelhos ainda eram visíveis. Nós estivéramos ajoelhados orando sobre um formigueiro e não havíamos sido picados. Será que não havia formigas nesse formigueiro? Peguei um graveto ali perto e com ele risquei sobre o formigueiro para lá e para cá. Surgiram tantas formigas que nos espantamos ainda mais. Eram um tipo miudinho, vermelhas, conhecidas como ardideiras, por causa do seu veneno. Estavam carregadas de ovos, o que as tornava ainda mais agressivas. Imediatamente nos veio à lembrança a história de Daniel na cova dos leões: ‘O meu Deus enviou o Seu anjo e fechou a boca dos leões, para que não me fizessem dano, porque foi achada em mim inocência diante dele’ (Dan 6:22). Guardadas as devidas proporções, Deus havia fechado a boca das formigas, para que não nos picassem. Deus achou inocência em nós, enquanto orávamos a Ele. Isso foi para nós uma grande demonstração do amor de Deus.”

COSTA, Izair de Souza. Andando pela mão de Deus, Niterói, ADOS, 1998, 1 edição, páginas 30, 31